Na noite passada, fui convidado para um Jantar com "A MALTA DOS VELHOS TEMPOS".
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou e soltei um: "Eu prometo!".
Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool
e depressa fiquei com a focagem meio às voltas.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
Rápidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz "cu-cu"
mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado
e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa! Daquela já me tinha escapado!
Então, ela disse:
- Amor! Precisamos de um cuco novo..
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse
alto "daassssse tou todo marado!"...
Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou "cu-cu" mais 3 vezes e peidou-se, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes...
Depois bateu com os cornos na porta do corredor que deixei entreaberta e mandou um "P*** que pariu".
Entrou no quarto, tropeçou no gato, disse "Merda!"...
E só se deitou depois de cair duas vezes ao despir-se ...
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A Ministra da Saúde visitou um hospital acompanhada pelo director.
Ao passarem numa enfermaria deparam com um doente a masturbar-se
furiosamente, e a Ministra pergunta o que se passa com aquele
paciente.
O director do hospital informa a Ministra de que se trata de um caso
patológico, o qual implica que o paciente tenha de ejacular de 2 em 2
horas porque senão os testículos ficam desmesuradamente inchados.
A visita continua e logo mais à frente, num quarto, deparam-se com uma
enfermeira a fazer sexo oral a outro paciente.
A Ministra, estupefacta, pergunta qual o significado daquilo, ao que o
director, consultando a ficha do doente, responde:
-Sr.ª Ministra, este é um caso absolutamente igual ao anterior, só que
este doente vem pela Médis, e não pela Segurança Social.








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